sábado
Seduz-me
Despe-te para mim, pediu ele.
E ela obedeceu.
Sentado na cama, ele fixava-a no meio daquele quarto iluminado a meia-luz. O seu rosto estava sereno.
À sua frente, de pé e sem proferir palavra, ela iniciou a tarefa.
Lentamente, desapertou o primeiro botão da blusa que vestia.
Os seus dedos moviam-se delicadamente, como se estivessem a tocar numa jóia preciosa.
Desapertou o botão seguinte.
E outro.
Por baixo, transparecia um soutien branco, acetinado e macio, e o peito dela brotava com voluptuosidade.
Mirou-a.
Após uma pequena pausa, o suficiente para o deixar embevecido com aqueles centímetros de corpo descoberto,
chegou ao último botão.
Via-se agora um rio de pele, do pescoço até ao ventre, que brilhava com os reflexos da luz.O olhar dele permanecia imóvel, concentrado naquele delicioso sulco que os seios formavam.
Olhando para ele, ergueu ambos os braços, e agarrou a blusa junto ao peito, fazendo um gesto lento que a fez deslizar pelos ombros. A sua pele arrepiou-se e os pelos eriçaram-se ao sentir aquele tecido macio a acaricia-la.
Ela olhou para os seus seios, com a blusa ainda caída nos braços e, ao de leve, tocou num com a ponta dos dedos.
Ele sorriu.
Ela também.
Decidida, despiu a blusa por completo, deixando-a cair no chão.
O movimento fez o peito dela projectar-se para a frente, e um mamilo espreitava agora por entre a copa do soutien.
Ela tocou-lhe.
E ele vacilou.
Inebriado, ele ergueu a mão e tocou-lhe
no ventre com a ponta dos dedos.
Aproximou a sua boca desse mesmo sítio, beijou-a,
e ela sentiu os seus lábios entreabrirem-se
e deixarem sair uma língua quente e ávida.
Ao afastar-se, ela sentiu o sopro quente dele na pele que entretanto tinha deixado húmida, e gemeu.
Continua, pediu ele, enquanto se tentava controlar para não lhe tocar.
E ela continuou.
Quando começou a desapertar os jeans, fechou os olhos e movimentou lentamente as ancas. As calças deslizaram pelas pernas, e ficou em roupa interior.
Uma alça do soutien tinha deslizado pelo ombro, e pendia agora no braço. O seio, cujo mamilo antes espreitava,
revelava-se agora ainda mais.
E ele não resistiu.
Mais do que apenas admirar o seu corpo, ele estava envolvido pela sensualidade dela. Puxou-a para si num gesto seco, e mergulhou de novo a boca no ventre dela.
Enquanto lhe beijava a pele e respirava o seu cheiro, as mãos dele percorriam-lhe o fundo das costas, as nádegas, e aventuravam-se ainda mais para o interior das coxas.
Sentia o calor que emanava dela…
E desejava-a.
domingo
Momento a 2
Tinham regressado de um passeio junto ao mar.
A chuva caía desalmadamente, frenéticamente,
vedando o carro do mundo exterior,
emprestando o seu manto de gotas serradas,
que já haviam coberto os seus corpos.
Ela olhou para ele.
Ele sorriu.
Como ela adorava aquele sorriso!
Ela aproximou-se dele, devagar.
Enroscou-se no seu colo e sussurrou-lhe ao ouvido:
Vem.
Ele agitou-se, pegou nela e voltou a sentá-la.
Puxou o banco para trás e ficou a olhar para ela.
Passou as mãos devagar pelo seu cabelo.
Ela fechou os olhos.
Ele continuou.
Passou-lhe os dedos pelos lábios, depois pelo pescoço.
Desapertou-lhe os botões da blusa.
Gostava que ela usasse as prendas que lhe dava.
O colar assentava-lhe tão bem...tão...elegante...
Ela abriu os olhos e seguiu todos os seus gestos.
Lentos, premeditdos, fazendo crescer o desejo dela.
Vem.
Ele continuou, peça por peça, devagar...
Quando os olhos dele voltaram a encontrar os dela, ele voltou a sorrir.
Vem.
E ele foi.
Tocou-lhe nos cabelos como ela gostava,
passou a língua pelo seu ouvido e murmurou:
Já estou a caminho...
Não...Vem...Depressa !
A chuva caía desalmadamente, frenéticamente,
vedando o carro do mundo exterior,
emprestando o seu manto de gotas serradas,
que já haviam coberto os seus corpos.
Ela olhou para ele.
Ele sorriu.
Como ela adorava aquele sorriso!
Ela aproximou-se dele, devagar.
Enroscou-se no seu colo e sussurrou-lhe ao ouvido:
Vem.
Ele agitou-se, pegou nela e voltou a sentá-la.
Puxou o banco para trás e ficou a olhar para ela.
Passou as mãos devagar pelo seu cabelo.
Ela fechou os olhos.
Ele continuou.
Passou-lhe os dedos pelos lábios, depois pelo pescoço.
Desapertou-lhe os botões da blusa.
Gostava que ela usasse as prendas que lhe dava.
O colar assentava-lhe tão bem...tão...elegante...
Ela abriu os olhos e seguiu todos os seus gestos.
Lentos, premeditdos, fazendo crescer o desejo dela.
Vem.
Ele continuou, peça por peça, devagar...
Quando os olhos dele voltaram a encontrar os dela, ele voltou a sorrir.
Vem.
E ele foi.
Tocou-lhe nos cabelos como ela gostava,
passou a língua pelo seu ouvido e murmurou:
Já estou a caminho...
Não...Vem...Depressa !
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