quinta-feira

Sim. Ok, aceito!





Chegou assim de mansinho,
com um abraço e um carinho.
Como quem não quer,
como quem não sabe,
Como se não fosse nada consigo,
fingindo apenas ser amigo.
Chegou e tocou,
primeiro na pele,
depois na alma.

Primeiro doce,
depois em chama.
E,
prendeu-a num beijo,
desplotou o intenso,
desejo.

Tinha ido por graça.
Aceitará o convite sem reflectir...
Sabia como ele sabia,
de como ela gostava.

Fazer de contas,
encarnar num papel,
Apelar à imaginação,
viver outra excitação.

E agora,
era dele.
De corpo carente,
coração viciado.

Mulher crescida,
mas,
dele e perdida.

E tão ...Tão viva!